O SONO

Maio 24, 2007

 

s-sono-12092003.jpg

Quando as luzes se apagam,
E a noite chega…
Tudo se esvanece na madrugada absorvente,
Tragando no seu seio,
O torpor do iminente stress,
Que nos devora
Na rotina diária,
Da nossa existência
O sono e o sonho…
Aparecem como drogas,
Impedindo-nos de pensar
Pesadelo?
Ou não!
Anestesiando o nosso corpo,
E o nosso pensamento
Qual heroína,
Entrando nas veias,
Devassando a nossa mente
Atirando-nos para um gueto,
À margem de tudo que nos rodeia
Não durmam!
Não sonhem!
Não se desliguem da realidade
Pensem!
Lutem!
Contra o marasmo do existencialismo passivo,
E sedentário
Esperando…
Que tudo aconteça
Absortos,
Num sono profundo.

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5 Responses to “O SONO”

  1. minds Says:

    cada vez k aki passo fiko kom cara de parva!!! lol
    os teus textos e poemas sao lindos , maravilhosos, fazem reflectir… adoro!!!

    bjs e boa semana

  2. fontez Says:

    este post marca…
    marca sim,…

  3. papagaio Says:

    Olá Minds,

    Obrigada pelas palavras sempre simpáticas, amiguinha!

    Beijinhos

  4. papagaio Says:

    Tudo bem Fontez?

    É bom que não fiquemos parados no tempo. Nem dentro de nós.

    Um abraço!

  5. fontez Says:

    pois caro papagaio pois…!
    a questão da vela é pra a malta chamar atenção, resolver na pratica não vai resolver nada…!
    abraço migo.

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